Projetos digitais envolvem muito mais do que tecnologia e processos internos: abrangem, sobretudo, a experiência do cliente. E, olhando apenas para dentro, muitas empresas fracassam em sua transformação digital. Apresentamos a CWS Platform, que se diferencia no mercado por fazer o caminho inverso

O termo transformação digital é um dos mais comentados hoje em empresas em todo o planeta. Muitas delas, no entanto, se frustram com seus projetos digitais, pois eles são moldados de forma errada. Explicamos.

Muitos negócios baseiam sua digitalização na operação interna, com o apoio exclusivo de ferramentas de backoffice, como CRM e ERP, não olhando para modelos mais ajustáveis e modernos, que atualmente são indispensáveis para o sucesso de uma empreitada digital.

Ao elaborar projetos e acompanhar de perto as dores deste mercado, a CWS Platform oferece um caminho muito mais assertivo para a digitalização de negócios.

“Focamos no cliente, não na operação interna. Nossos projetos digitais se destacam por olhar de fora para dentro. Projetos que seguem essa linha são muito mais bem-sucedidos, porque promovem a verdadeira transformação, agem na dor do cliente”, resume Vinícius Dias, CEO da CWS.

De acordo com o executivo, embora o conceito de digitalização tenha como fundamento a construção de uma experiência de compra a partir da experiência do cliente, muitos fornecedores de tecnologias e plataformas não modelam os projetos a partir dessa ideia, vendendo modelos e ferramentas ultrapassadas, que não atendem às necessidades do cliente.

“Muitas empresas falham na evolução digital por terem o foco inicial de seus investimentos em tecnologia nos processos internos. Os investimentos ainda estão em softwares tradicionalmente de backoffice e não em uma solução para o front”, analisa.

Por conta dessas estratégias pouco funcionais, que não visam as reais necessidades do front (leia-se vendedores e equipes comerciais) e de clientes, o projeto fica comprometido e aquém das expectativas do contratante e de seus consumidores.

Não por acaso, o resultado da soma de softwares de backoffice e de profissionais que operam apenas com esses sistemas é, invariavelmente, o fracasso do projeto digital. Hoje, o mercado requer processos mais dinâmicos e ferramentas ajustáveis que conversem, em tempo real, com as expectativas e necessidades dos clientes e usuários.

“O que trazemos de inovação é a visão de construção do projeto digital partindo da experiência de compra, passando pela experiência de venda do vendedor para então integrar os dados nos processos internos. Somos agregadores e potencializadores de projetos digitais”, afirma Dias.

Diferenciais da CWS Platform

Na fase de integração de processos, softwares de backoffice, como CRM e ERP, ainda se fazem necessários. No entanto, a cereja do bolo da CWS está na visão, tanto tratando-se de funcionalidades como de conceito.

Para a CWS, o processo de digitalização se inicia no front de navegação do cliente (front commerce), passa pelo vendedor e, só posteriormente, para ferramentas de backoffice, contrariando o caminho feito pelas empresas concorrentes.

O escritório da CWS, em São Paulo: os projetos digitais da empresa se destacam por “olhar de fora para dentro”. Foto: divulgação

“A proposta é de evolução para o digital de forma gradual e envolvendo diretamente as áreas de vendas, marketing, logística e financeira, na medida em que busca se adaptar aos processos internos, colocando como premissa as necessidades dos clientes compradores”, afirma Dias.

A partir dessa estratégia, segundo ele, novas possibilidades surgem, permitindo que empresas utilizem todas as ferramentas e tecnologias construídas para aperfeiçoar seu projeto, composto, fundamentalmente, por três áreas-chave: atendimento, finanças e logística.

A primeira através de funcionalidades que melhorem a experiência do consumidor com o front, como a digitalização de vendedores por meio de ferramentas como o Módulo Vendedor; a segunda, através de novos serviços financeiros, como carteiras digitais, funcionalidades como Cashback, entre outras que softwares como CRM e ERP não possuem em seu DNA; e, por fim, em novas opções logísticas, incluindo empresas tradicionais, que melhor atendem o projeto.

Arquitetura moderna

Outro ponto de destaque da plataforma diz respeito à estrutura tecnológica. Algumas empresas fornecedoras de tecnologias e ferramentas digitais se baseiam em arquiteturas ultrapassadas, de difícil ajuste quando necessário.

A plataforma CWS, no entanto, está cada vez mais robusta na chamada arquitetura de microsserviços, considerada a mais moderna do mercado. “A arquitetura de microsserviços vem ganhando muito o mercado de produção de software desde 2011 e hoje é, sem dúvida, a mais utilizada pelas empresas”, garante o professor Allen Oberleitner, coordenador acadêmico do curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da FIAP.

De acordo com Oberleitner, praticamente todas as grandes empresas construtoras de software do mundo utilizam a arquitetura de microsserviços, entre elas Microsoft, IBM e Google.

Por ser de fácil ajuste quando é preciso mudar alguma ação ou funcionalidade dentro da plataforma, este tipo de arquitetura tem sido fundamental em projetos digitais, uma vez que, atualmente, muitos deles precisam mudar de rota durante o caminho. Todos os projetos ou modelos de negócio novos, principalmente os digitais, passam por testes e experimentações até chegar a uma solução que atenda o cliente e que seja escalável.

“Existem inúmeras vantagens em se utilizar a arquitetura de microsserviços para a construção de software. Talvez a mais relevante seja a capacidade de escalabilidade do produto, por ser desenvolvida independentemente da tecnologia ou plataforma. Outra vantagem importante é a manutenção de baixo custo, pois não precisa reparar todo o sistema em caso de alteração ou atualização”, ressalta o professor.

Por que escolher a CWS Platform

Em um mercado digital cada vez mais competitivo, a CWS tem como proposito principal conduzir o cliente a enxergar além do óbvio. Ao mirar apenas a ponta do iceberg – isto é, iniciativas triviais -, o executivo perde a oportunidade de ir a fundo em outras estratégias e, assim, deixa de aproveitar todos os benefícios da real digitalização.

Num mundo totalmente conectado, o potencial do negócio neste ambiente pode ser gigantesco através de um relacionamento digitalizado; pontos de estoque e logística integrados, que garantem entregas mais rápidas, menor custo e maior quantidade de itens disponibilizados; e pós-venda digital.

E digitalizar um negócio através de uma empresa com expertise e know-how no mercado, certamente, levará a um resultado muito mais assertivo. Companhias como Saint-Gobain, Rodobens e Tracbel são algumas que confiaram seus projetos digitais à CWS Platform.

De acordo com Pedro Oliveira, gerente corporativo do segmento peças do Grupo Tracbel, ter iniciado o processo de digitalização tirou a companhia da operação do dia a dia, do plano tático, e a forçou a ter uma visão mais estratégica e dinâmica. “Isso tem beneficiado todos os departamentos da empresa que, juntos, resultam na valorização da mesma no mercado.”

A CWS Platform foi o ponto de partida, inclusive, para a criação de uma nova empresa no setor agropecuário, a Supercampo, que nasceu da união de grandes cooperativas brasileiras. Foi a partir das soluções oferecidas pela plataforma que surgiu a ideia de digitalizar também o campo.

“A plataforma CWS já tem expertise no mercado e nos apresentou uma excelente solução. Foi um feliz encontro e combinação de tecnologia e capacidade humana para poder entender o negócio e tirá-lo do papel”, aprova Ronald Eikelenboom, COO da Supercampo.

Para Vinícius Dias, por trás da satisfação dos clientes que escolhem a CWS está a constante evolução e aperfeiçoamento das soluções e ferramentas.

“Somos obstinados em oferecer sempre o melhor, seja em tecnologias, soluções e ideias que possam contribuir com o progresso de um projeto. Além disso, todos os executivos e heads operacionais são muito disponíveis para atender os clientes. Cuidamos de cada projeto de forma única”, conclui.

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