13 min read

Conteúdo relacionado às Soluções CWS

De acordo com estimativa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o varejo virtual deverá crescer 16% este ano no País, mostrando a força dos canais digitais hoje

Brasileiros de diferentes idades e níveis sociais já têm acesso, de alguma forma, à tecnologia. Usar a internet para comunicação, consulta ou compra de produtos e serviços já é realidade por aqui.

Essa maior conectividade tem refletido no crescimento das vendas online, que deverão atingir R$ 79,9 bilhões em 2019, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

Se essa estimativa for concretizada, o montante irá representar avanço de 16% em comparação com 2018 – período em que se aproximou dos R$ 68 bilhões -, sendo a maior alta anual desde 2015.

Boa notícia também para as micro e pequenas empresas, que devem aumentar sua participação no faturamento, atingindo 29%. Já o tíquete médio será de R$ 301, com total de 265 milhões de pedidos efetuados pelos usuários até o fim de 2019.

Para Mauricio Salvador, presidente da ABComm, o otimismo observado pelos empresários do setor, somado à elevação da confiança do consumidor, são algumas das razões da alta.

“Percebemos uma retomada expressiva das vendas online já no último trimestre do ano passado, especialmente durante a Black Friday e nas vendas de Natal”, afirma Salvador. “Livre dos eventos observados em 2018, vemos com bons olhos o desempenho para este ano”, diz.

Shoppings virtuais em alta

Os marketplaces, ambientes que reúnem lojas distintas, também prometem se sobressair ao longo dos meses.

A fatia, que corresponde à participação no faturamento do setor, deve passar dos atuais 31% verificados em 2018 para 35% até o fim deste ano.

O maior interesse de lojistas nesses ambientes virtuais não passou despercebido por nós, da CWS. Desde 2014, quando estreamos no mercado de tecnologia, tivemos aumento de mais de 1000% no número de varejistas ativos nas plataformas que operamos.

Entre os clientes que têm marketplace próprio, destacam-se o Canal da Peça, o Grupo Ipiranga e a Rodobens. As ofertas também avançaram. De 2017 para 2018, o número, somando todos os projetos, cresceu 300%.

De acordo com Bruno Lucchesi, head comercial da CWS, os empresários devem colocar em prática ações que estavam engavetadas por conta da desaceleração na economia.

“O ano promete ser de retomada. A expectativa é que, até dezembro, a CWS dobre as ofertas do período anterior, com a entrada de projetos na área de construção civil e mais parceiros do setor agrícola”, revela.

O sucesso das iniciativas digitais vão ao encontro da maior conectividade no mundo. Até 2020, segundo previsão da empresa americana Andreessen Horowitz, o planeta terá 50,1 bilhões de dispositivos em uso.

Foco nos dispositivos móveis no Brasil

A experiência do consumidor nos dispositivos móveis deve continuar sendo alvo de atenção das lojas virtuais neste ano por aqui. Segundo a ABComm, é esperado que 33% das vendas efetuadas pelos consumidores venham a partir de smartphones e tablets.

A 29ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, realizada pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP), mostra que o Brasil já tem 306 milhões de dispositivos portáteis em uso – além de smartphones, a estimativa inclui notebooks e tablets.

Número que ultrapassa os atuais 208,5 milhões de habitantes, segundo o IBGE. Se estamos mais conectados, sua marca também precisa incorporar todas as possibilidades do universo digital em suas ações.

“Aos poucos, as empresas vêm percebendo a importância de fazer parte de toda a jornada do consumidor. A tecnologia tem aberto novas portas e, sem dúvida, estará cada vez mais presente nos planos das companhias brasileiras”, aposta Bruno Lucchesi.

Fique atualizado com todos os nossos conteúdos

Redação Autor

Equipe responsável pela produção de matérias, artigos e curadoria de conteúdos e estudos sobre o universo digital.